Aproxima-se mais um Natal e apesar da muito propalada “crise”, os centros comerciais e lojas continuam sistematicamente apinhados de gentes, num combate desenfreado à conquista da prenda. E a questão é que esta forte corrente tem tendência a prender-nos e a levar-nos na onda. Contudo, para um cristão não devia ser assim...
Mais do que estandartes, porque o testemunho da fé de cada um pode ter caminhos muito mais graciosos, do que o rivalizar com o São Nicolau ou o imitar ambientes de campeonatos de futebol, o Natal dos cristãos deveria ser o aceitar a presença de Cristo na nossa vida, fazendo-nos presença cristã na vida dos que nos rodeiam.
E essa “presença” pode passar obviamente por uma lembrança, mas também por um postal amigo ou por uma ajuda a quem mais precisa, entre muitas outras formas. Acima de tudo, importa o espírito com que fazemos esses gestos e o que estes podem significar para os outros.
Tigre Audaz
Mais do que estandartes, porque o testemunho da fé de cada um pode ter caminhos muito mais graciosos, do que o rivalizar com o São Nicolau ou o imitar ambientes de campeonatos de futebol, o Natal dos cristãos deveria ser o aceitar a presença de Cristo na nossa vida, fazendo-nos presença cristã na vida dos que nos rodeiam.E essa “presença” pode passar obviamente por uma lembrança, mas também por um postal amigo ou por uma ajuda a quem mais precisa, entre muitas outras formas. Acima de tudo, importa o espírito com que fazemos esses gestos e o que estes podem significar para os outros.
Tigre Audaz
No escutismo é diferente, porque começamos por “estar” nos escuteiros, mas acabamos por nos tornar escuteiros, ou seja, passamos a “ser” escuteiros. E isto faz toda a diferença, porque implica um forte compromisso e identificação pessoal, “sendo” escuteiros aqueles que adoptam o seu método e valores como referências de vida, daí a expressão corrente “escuteiro um dia, escuteiro toda a vida”. Método esse de BP, que visa o desenvolvimento integral dos jovens, através do “jogo escutista”, que é jogado em “patrulha”, no “ar livre”. Esperemos que por força das mudanças que se perspectivam, daqui a uns tempos não se diga “estive” nos escuteiros, ao invés de “fui” escuteiro.
Usando a música como instrumento de aproximação e encorajamento dos jovens, “Os Coristas” deixa-nos a mensagem que por difíceis que sejam as condições de trabalho, os adultos com quem interagimos ou os jovens com quem trabalhamos, é sempre possível deixarmos um bocadinho do melhor que temos, naquilo que é feito. E o incrível é que há situações em que esse bocadinho se torna enorme…
Apesar dos esforços já feitos para esta situação ser repensada, os dirigentes nacionais parecem não achar que isto se trata de algo fundamental para o escutismo, que difere do método das demais associações com objectivos idênticos (de intervenção social), precisamente pelas suas "particularidades". É nesse sentido que corre uma
O amor menos intenso que podemos ter é a "caridade", que quase indiferenciada pode-se ter com conhecidos ou desconhecidos, amigos ou menos amigos. Por seu lado, a "amizade" dá-se com um leque mais restrito e pressupõe a identificação em algo, com o outro. Já o "conjugal" existe apenas entre duas pessoas que têm entre si mais do que uma amizade e onde existe uma identificação maior. Por último, o "divino" é o de apenas uma pessoa com Deus, sendo para mim, isto sinónimo de compromisso com um conjunto de valores e ideais, reflectidos num carácter e numa maneira de viver, que está acima das relações entre os Homens.
Dois anos depois, realizou a volta ao Reino Unido em Jet Ski. 2003 seria o ano para nova aventura: atravessar o Oceano Atlântico Norte, num barco rígido insuflável. Projecto que concluiu com êxito, e que dá origem ao seu segundo livro. Em 2005, ainda conseguiu quebrar um recorde mundial, ao comer uma refeição num balão de ar quente, a cerca de 7,5 km de altitude, aventura incluída na celebração do 50º aniversário do prémio Duque de Edimburgo.
Embora diga respeito a uma escalada à montanha mais alta do mundo, na década de 80, retrata bem o ínicio de uma polémica que ainda se vive nos dias de hoje: a transformação de algo que era apenas paixão e gosto pela aventura, num verdadeiro negócio. Mostra também muitas das dificuldades e maneiras de estar na montanha e as suas consequências!
Apesar disso, observando o lado mais institucional da família, há uma coisa que sem dúvidas permanecerá imutável: os laços de sangue. Porque esses permanecem para sempre. Se pensarmos por exemplo, num conflito de um pai com um filho, por mais profundo que ele possa ser, este jamais deixará de ser seu pai. Já por outro lado e por incrível que possa parecer, existem casos de pais adoptivos que não se adaptando à criança acolhida, a devolvem ao lar donde procedia, terminando essa ligação em definitivo.