Apesar disso, observando o lado mais institucional da família, há uma coisa que sem dúvidas permanecerá imutável: os laços de sangue. Porque esses permanecem para sempre. Se pensarmos por exemplo, num conflito de um pai com um filho, por mais profundo que ele possa ser, este jamais deixará de ser seu pai. Já por outro lado e por incrível que possa parecer, existem casos de pais adoptivos que não se adaptando à criança acolhida, a devolvem ao lar donde procedia, terminando essa ligação em definitivo.Talvez olhando o longo prazo, seja de facto este lado institucional que terá maior preponderância, mas no nosso dia-a-dia, família cada vez mais será sinónimo de afecto, conforto e amizade. A família será portanto uma “instituição” cada vez mais afectiva!
Tigre Audaz

Com isto, voltamos aquilo que é a questão central: é que um prémio deve ser uma forma de reconhecimento e não de motivação ou pressão, porque para isso existem outras formas. Como se sentirão aqueles que eventualmente poderiam ser premiados pela sua “obra”? Se olharmos à nossa volta, vemos que isto acontece tantas vezes, e que o reflexo desta cultura, é que se passa a vida à espera que estas “motivações” nos caiam no colo, em vez de irmos à procura do mérito real!